Você sabe por quê é que as bolachas de água e sal têm furinhos?

Você já percebeu que as bolachas de água e sal, aquelas populares entre a turminha que vive de dieta, possui vários furinhos? Por incrível que pareça, de acordo com o site Today I Found Out, não se trata somente de uma técnica para enfeitar os biscoitos ou deixá-los mais interessantes.

Durante o processo de produção das bolachas de água e sal, a massa é preparada e depois aberta em lâminas finas — como se fosse uma pizza gigante —, passando depois por uma máquina que aplica os furinhos. Esses buraquinhos são indispensáveis, pois, sem eles, as bolachas não assariam corretamente.

Furinhos

Segundo a publicação, os furos permitem que o vapor escape durante o processo de cozimento, fazendo com que os biscoitos permaneçam achatados em vez de ficarem inchados devido ao ar tentando escapar. Além disso, também são os furinhos que fazem com que as bolachas fiquem mais crocantes — e a sua aplicação não é feita de maneira aleatória, não!

O número e a posição dos furinhos dependem do tamanho e do formato dos biscoitos. Furos demais e muito juntos resultariam em uma bolacha extremamente seca e mais dura, enquanto buraquinhos mais espaçados fariam surgir bolhas na superfície do biscoito, as quais não são muito desejáveis por esfarelar mais facilmente.

 

Curiosidades sobre as bolachas de água e sal

  • A primeira bolacha de água e sal foi produzida em 1792 por John Pearson, em Massachusetts, que buscava uma opção de biscoito que durasse mais do que os convencionais para que os marinheiros pudessem levá-los em suas viagens;
  • A primeira receita envolvia uma massa de farinha e água, que eventualmente foi sendo aprimorada por um homem chamado Josiah Bent, também de Massachusetts, que transformou o biscoito em um popular lanchinho;
  • A bolacha foi lançada comercialmente em 1876, depois que a Nabisco adquiriu a companhia de Bent;
  • Os biscoitos só se tornaram um sucesso depois da grande depressão que atingiu os EUA, já que eram muito baratos e podiam ser misturados a outros alimentos para torná-los mais substanciais;
  • Hoje em dia, só nos EUA a venda de bolachas de água e sal gera um volume de US$ 10 bilhões ao ano.

    Fonte: Mega Curioso

Horta em casa: como plantar e cultivar da suas hortaliças

Ter uma horta em casa é um incentivo a mais para consumir vegetais no dia a dia e não é exclusividade de casas com quintais espaçosos

 

Cultivar uma horta em casa é sinônimo de saúde; afinal, além de ser um incentivo a mais para incluir vegetais na alimentação cotidianamente, com o cultivo caseiro você garante hortaliças completamente livres de agrotóxicos. A horta em casa como um benefício da alimentação saudável pode ser um apelo de ainda mais valor para crianças.

“Para quem tem crianças em casa, o encantamento delas ao ver o desenvolvimento de uma planta, pode tornar o consumo destas plantas muito mais prazeroso”, aponta Renata Rodrigues Bonazzi, idealizadora do projeto Horta Zen.

Além disso, cuidar da horta pode ser uma boa atividade para ser desenvolvida com a família, proporcionando mais tempo com os filhos, ajudando a ensinar lições de responsabilidade e proporcionando contato com a natureza.

Extrapolando as vantagens para a saúde, ter uma horta em casa traz também benefícios para o bolso: cultivando os vegetais, você evita gastar com compras em supermercados e feiras. É também um trunfo a mais na decoração – seja a horta dentro do espaço da casa ou no quintal, é uma forma de acrescentar um toque de verde e deixar o ambiente mais fresco e acolhedor.

Em meio a todas as vantagens, ainda vale apontar que o cultivo de uma horta caseira não é complicado: dedicando tempo aos cuidados com irrigação e adubagem, observando a saúde das plantas e atentando-se para as necessidades de cada espécie é possível obter alimentos de qualidade que podem fazer toda a diferença na alimentação da sua família.

 

Onde plantar

Falta de quintal não é motivo para não ter horta! Casas com pouco espaço ou apartamentos também podem dispor de um cantinho para o plantio de uma horta – basta escolher um local que receba algumas horas de luz solar direta.

“Se o apartamento tiver muita insolação, como sol durante todo o dia, você pode ter uma horta completa, com ervas, hortaliças, leguminosas, etc. Mas, se bater poucas horas de luz, é possível plantar algumas ervas e temperos em varandas, sacada ou janelas”, indica Ana Paula Souza, arquiteta e idealizadora da Hortinha.

Na hora de escolher o melhor modo de plantar a sua horta, pense no espaço disponível, considere as espécies que deseja cultivar e avalie qual modelo melhor se integra à decoração e estilo da sua casa. Algumas formas de cultivar as plantas são:

  • Direto na terra: ideal para quem tem quintal com espaço, nesse modelo tradicional as sementes ou mudas são plantadas direto na terra.
  • Vasos: vasos são alternativas práticas tanto para quem mora em casa quanto em apartamento, com várias opções de tamanhos, materiais, formatos e cores.
  • Embalagens recicladas: garrafas pet, latas de refrigerante ou alimentos, caixas de leite, potes de vidro. É uma saída barata, rápida e sustentável.
  • Floreiras: oferecendo um bom espaço, as floreiras são ótimas para uma horta compacta em pequenos espaços.
  • Caixas de madeira: espaçosos e baratos, caixotes de madeira e paletes podem ser boas escolhas.
  • Horta vertical: ideal para quem mora em apartamento, esse modelo consiste em montar a horta aproveitando espaços próximos a paredes. A horta vertical pode ser plantada em vasos, embalagens recicladas, estruturas de madeira e sapateiras.

Vale destacar que quem optar por vasos, potes, caixas, garrafas e outros recipientes, seja em hortas verticais ou horizontais, não deve esquecer de providenciar furos no fundo para evitar o excesso de água no solo.

Lembre-se de instalar a horta no ambiente da casa com maior iluminação natural, pouca umidade e que não receba ventos muito fortes, que podem prejudicar algumas plantas. Outro ponto a considerar na hora de começar uma horta em pequenos espaços é o tipo das plantas: as necessidades de luz e espaço podem variar bastante entre as espécies.

O que plantar

A variedade de verduras, vegetais, ervas e temperos possíveis de cultivar em casa é muito grande! Para chegar nas escolhas ideais para você, é preciso levar em conta o espaço disponível, suas preferências e os cuidados que cada espécie exige.

Confira dicas de como cultivar algumas das principais espécies de plantas para fazer a sua horta caseira.

1. Hortelã

Como plantar: a hortelã pode ser plantada por mudas ou sementes, conforme a espécie. É aconselhado fazer o plantio em um local sem ação de ventos fortes, uma vez que estes podem prejudicar o crescimento da planta.

Quando plantar: embora a planta seja resistente a mudanças de clima, o ideal é plantar durante a primavera ou outono, quando as temperaturas são mais amenas.

Cuidados e quando colher: é preciso manter o solo adubado e irrigado, além de controlar o crescimento de ervas daninhas. A colheita pode ser feita a qualquer momento, tanto pela haste quanto apenas de algumas folhas. Ao colher pela haste, corte-a acima do primeiro par de folhas.

2. Salsinha

Como plantar: as sementes podem ser plantadas em recipientes com profundidade de, pelo menos, 30 cm, para favorecer o desenvolvimento das raízes. Para agilizar a germinação, uma dica é deixar as sementes de molho em água por um dia antes de plantá-las.

Quando plantar: a salsa pode ser plantada em qualquer época do ano, de preferência aproveitando dias em que não faça calor ou frio excessivo.

Cuidados e quando colher: mantenha o solo sempre bem irrigado e planeje adubações frequentes. A colheita pode ser feita, em média, de dois a três meses após o plantio. As folhas devem ser colhidas inteiras.

3. Cebolinha

Como plantar: pode ser plantada em sementes ou mudas. Caso as sementes não sejam plantadas diretamente no local definitivo, o transplante pode ser realizado depois de 30 a 40 dias.

Quando plantar: durante todo o ano, dando preferência às épocas de clima ameno.

Cuidados e quando colher: solo irrigado e adubado, com abundância de nutrientes. A colheita pode ser feita de dois meses e meio a quatro meses após o plantio. Colha as folhas inteiras, retirando-as pela base e nunca pela metade.

4. Alecrim

Como plantar: o alecrim pode ser plantado por sementes ou mudas. No caso das mudas, o transplante para lugar definitivo deve ser feito apenas quando o ramo atingir entre 15 e 20 cm.

Quando plantar: plantas jovens não devem ficar expostas a temperaturas muito baixas, então prefira realizar o plantio em épocas mais quentes, como primavera ou verão.

Cuidados e quando colher: resistente a secas, as regas devem ser mais frequentes na planta jovem e podem ficar mais espaçadas na planta desenvolvida. A colheita pode ser feita a partir do terceiro mês após o plantio, sem retirar mais da metade dos ramos de uma só vez para não prejudicar o crescimento.

5. Manjericão

Como plantar: pode ser plantado em sementes já nos lugares definitivos ou para ser transplantado com cerca de 10 a 15 cm. Mudas podem ser feitas a partir de ramos de plantas adultas; neste caso, o comprimento deve ser de em média 15 cm e o ramo deve ser mergulhado em água até que as raízes se formem.

Quando plantar: o manjericão não tolera baixas temperaturas. O ideal é plantá-lo em épocas quentes, com temperaturas acima de 18º C.

Cuidados e quando colher: as folhas podem ser colhidas após dois ou três meses do plantio. A irrigação deve ser constante, mantendo o solo sempre com umidade média.

6. Alface

Como plantar: a alface pode ser plantada em sementes diretamente no local definitivo ou transplantada posteriormente – nesse caso, o ideal é fazer a mudança quando a planta já tiver de quatro a seis folhas, com o solo bastante irrigado.

Quando plantar: estações de clima ameno, como primavera e outono, são as mais indicadas para o plantio. Altas temperaturas podem impedir o desenvolvimento das sementes.

Cuidados e quando colher: a melhor maneira de colher é cortando a planta pela base, deixando cerca de 2,5 cm de caule acima do solo para que as folhas possam voltar a brotar. A planta pode ser colhida entre 55 e 130 dias após o plantio.

7. Couve

Como plantar: em sementes ou mudas. Quanto maior o espaço disponível, maior será o desenvolvimento da planta. Caso opte por plantar em vasos, a recomendação é de que ele tenha pelo menos 25 cm de diâmetro.

Quando plantar: a couve pode ser plantada durante todo o ano, mas se adapta melhor a épocas de clima ameno ou frio. No verão, a tendência é que o crescimento seja reduzido.

Cuidados e quando colher: o solo deve ser mantido bem adubado e irrigado. Cortar a ponta do caule principal é uma medida que estimula o crescimento de brotos laterais. A colheita pode ser feita entre 10 e 16 semanas depois do plantio, deixando no pé algumas das folhas mais jovens para não barrar o desenvolvimento.

8. Brócolis

Como plantar: o brócolis se dá bem em pequenos espaços, podendo ser plantado em sementes ou mudas já no local definitivo.

Quando plantar: pode ser cultivado durante todo o ano, mas se desenvolve melhor em clima ameno.

Cuidados e quando colher: essa é uma planta exigente em nutrientes, é preciso manter o solo rico em matéria orgânica com adubagens frequentes. A colheita pode ser feita entre 60 e 110 dias após o plantio, dependendo da espécie.

9. Espinafre

Como plantar: o espinafre se adapta bem a pequenos espaços e pode ser plantado diretamente no local definitivo, em sementes.

Quando plantar: se desenvolve melhor em clima ameno. Para regiões muito quentes, a melhor época para o plantio é durante o outono.

Cuidados e quando colher: irrigação frequente é o principal cuidado com a planta, que é de trato simples. A colheita pode ser feita de 40 a 100 dias após o plantio. Se for colher apenas algumas folhas, retire sempre as mais externas. Caso vá colher a planta inteira, corte pela base deixando cerca de 2,5 cm de caule acima do solo para o rebrotamento.

10. Agrião

Como plantar: o agrião não exige muito espaço e pode ser plantado em sementes, no seu local definitivo.

Quando plantar: outono ou primavera, quando o clima está mais ameno.

Cuidados e quando colher: é bastante sensível a secas, por isso mantenha sempre o solo úmido. As folhas podem começar a ser colhidas entre 60 e 80 dias após o plantio.

11. Repolho

Como plantar: o repolho é plantado em sementes no local definitivo ou transplantado com cerca de 10 cm de altura. Quanto maior o espaço disponível, maiores serão as cabeças produzidas.

Quando plantar: pode ser plantado durante todo o ano, uma vez que há variedades que se desenvolvem melhor no verão ou no inverno.

Cuidados e quando colher: deve ser irrigado com frequência e exige luz direta. A colheita pode ser feita quando as cabeças estiverem bem formadas e firmes, o que acontece de dois a quatro meses após o plantio.

12. Tomatinho cereja

Como plantar: plantado em sementes. Caso opte por fazer o transplante, faça isso quando as plantas atingirem aproximadamente 10 cm de altura.

Quando plantar: a melhor época para o plantio do tomatinho cereja é no início da primavera.

Cuidados e quando colher: a colheita pode ser feita entre 60 e 70 dias após o plantio, quando os frutos estiverem maduros. Caso o peso dos frutos comece a envergar o caule, ate uma estaca para sustentar a planta.

13. Cenoura

Como plantar: plante a cenoura em solo profundo, leve e livre de pedras ou outros detritos. As sementes devem ser plantadas no local definitivo.

Quando plantar: o plantio ideal é em épocas de clima ameno. Evite plantar em dias muito frios ou com temperaturas muito elevadas, acima de 30º C.

Cuidados e quando colher: a colheita pode ser feita de dois a quatro meses após o plantio, conforme a espécie da cenoura. A irrigação deve ser frequente, sempre tomando cuidado para não encharcar o solo.

14. Beterraba

Como plantar: plante em solo leve e livre de detritos, em mudas ou sementes. Pode ser plantada em local definitivo ou transplantada, cuidadosamente, quando a planta atinge 5 cm de altura.

Quando plantar: a beterraba não se desenvolve bem em altas temperaturas, mas consegue suportar o frio quando adultas. Prefira, então, plantar em épocas de clima ameno, como o início do outono.

Cuidados e quando colher: não deixe as raízes ficarem expostas, para fora da terra. Dependendo da espécie de beterraba, a colheita pode ser feita de dois a seis meses após o plantio.

15. Rabanete

Como plantar: plante as sementes de rabanete em solo leve e livre de detritos no local definitivo. Lembre-se de selecionar um recipiente com profundidade adequada ao tamanho das raízes da espécie semeada.

Quando plantar: especialmente em épocas de clima ameno, mas existem espécies resistentes a outras condições climáticas.

Cuidados e quando colher: não deixe o solo secar completamente, faça regas frequentes. A colheita acontece após 25 a 80 dias do plantio, conforme a espécie.

16. Morango

Como plantar: pode ser plantado em vasos e outros recipientes facilmente por não possuir raízes profundas. É mais comum o plantio de mudas, mas também pode ser platado em sementes.

Quando plantar: prefira dias frescos e nublados para realizar o plantio, especialmente na época que compreende o fim do verão até o fim do outono. O morango desenvolve melhor os frutos quando as temperaturas não são muito elevadas.

Cuidados e quando colher: para produzir mais frutos, corte os estolhos assim que eles surgirem. Colha quando os frutos estiverem maduros, o que ocorre de 60 a 80 dias após o plantio.

17. Abóbora

Como plantar: plante as sementes em solo rico em matéria orgânica. Caso opte por não plantar diretamente no local definitivo, faça o transplante quando os ramos tiverem três folhas.

Quando plantar: crescem melhor em climas quentes, portanto prefira plantar quando o inverno já tiver acabado, especialmente no início da primavera.

Cuidados e quando colher: mantenha o solo úmido, com irrigações frequentes. A colheita acontece cerca de quatro meses após o plantio.

18. Abobrinha

Como plantar: plante as sementes de abobrinha no local definitivo ou transplante quando o pé tiver pelo menos três folhas. A abobrinha pode ser plantada em vasos, mas se desenvolve melhor em canteiros.

Quando plantar: em épocas quentes, que são mais adequadas para o crescimento da planta. Não plante em temperaturas menores que 15º C.

Cuidados e quando colher: os frutos devem ser colhidos quando bem desenvolvidos, mas sem estarem completamente maduros. Após o plantio, o tempo é de 45 a 80 dias até a colheita.

19. Pepino

Como plantar: o ideal é que as sementes sejam plantadas no local definitivo. Caso o plantio seja feito em vasos ou outros recipientes, indica-se que eles tenham pelo menos 30 cm de diâmetro e profundidade.

Quando plantar: o pepino se desenvolve melhor em altas temperaturas, então prefira realizar o plantio após o final do inverno.

Cuidados e quando colher: mantenha a planta longe do vento. Os frutos devem ser colhidos quando bem desenvolvidos, mas antes do amadurecimento completo, o que acontece de 30 a 70 dias após o plantio.

20. Batata

Como plantar: separe um batata saudável e deixe em local iluminado até que nasçam os brotos; a batata pode ser plantada no solo quando os brotos atingirem cerca de 2 cm. Caso plante em sementes em uma sementeira, transplante para o local definitivo quando a planta tiver pelo menos quatro folhas.

Quando plantar: cresce melhor em clima ameno e não desenvolve tubérculos em temperaturas muito altas. Plante no início da primavera ou, em regiões muito quentes, no início do outono.

Cuidados e quando colher: não regue nas duas semanas que antecederem a colheita. Colha quando as plantas estiverem amareladas, o que acontece de 14 a 16 semanas após o plantio.

Fonte: Dicas de mulher

A origem do catupiry

O catupiry, um dos queijos mais famosos  e adorados do Brasil, chegou ao país em 1949. Essa iguaria foi trazida ao Brasil pela família italiana Silvestrini.

O produto foi aprimorado na cidade de Lambari, em Minas Gerais. Foi lá que Mário e Isaíra Silvestrini, um casal de imigrantes italianos, estabeleceram residência em 1911.

A empresa de laticínios Catupiry passou a produzir o produto na cidade de São Paulo, onde fica sua matriz. O queijo de textura cremosa e pouca acidez é utilizado para diversos pratos no Brasil, desde pizzas a sobremesas.

Uma curiosidade, é que a palavra catupiry tem origem tupi-guarani e significa excelente.

Hoje, o Requeijão Catupiry, pioneiro no segmento, está presente em vários países

Fonte: VoceSabia

Quiche de espinafre e queijo

Para a massa (que deve ser feita de véspera):

2 xic. chá de farinha de trigo
1 xic. chá de Maisena
1 ovo
1 colher de café de pó Royal
150g de margarina

Misturar muito bem todos os ingredientes até que fique uma massa bem lisinha. Fazer uma bola, enrolar em papel alumínio ou vita filme e levar à geladeira até o dia seguinte.

Para o Recheio:

4 maços de espinafre cozido, escorrido, batidinho e refogado na margarina com sal, cebola e cebolinha verde bem picada. Reserve.

Misture à parte 2 (duas) ladas de creme de leite (sem o soro), 200g de queijo parmesão ralado, meia dúzia de ovos ligeiramente batidos e uma pitada de noz moscada.

Acrescente o espinafre a esse creme e acerte o sal.

Para a montagem do quiche:

Abra a massa cobrindo o fundo e as laterais do pirex ou assadeira, despeje o recheio, sobre ele pedacinhos de manteiga e salpique quejo parmesão ralado.Leve ao forno por, aproximadamente, 30 min.

(pode ser servido quente ou frio)

Fonte: Revista Villa Mariana

A dica da nutricionista de hoje é sobre a batata

Difícil encontrar alguém que não goste dos diversos tipos de batatas. Hoje falarei um pouco da batata inglesa, que perdeu muito cenário pela batata doce.

No quesito calorias, quando cozida ela possui menos calorias que a própria e famosa batata doce (para cada 100gr, a batata inglesa possui aproximadamente 52 kcal x 77kcal da batata doce), porém  ela perde um pouco na quantidade de fibras (1,3g x 2,2g) e em alguns micronutrientes e vitaminas. Isso não quer dizer que ela não seja saudável, afinal a batata inglesa é fonte de carboidrato, possui vitamina C e comparado ao teor de proteína ela tem o dobro da quantidade encontrada na batata doce (1,2gx 0,6g para cada 100 gramas do alimento).

Fonte das informações nutricionais: Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos – TACO/UNICAMP

 

Yasmin Alaby Martins Ferreira é nutricionista clínica, formada pela UNIFESP, com especialização em Adolescência e pós-graduada em Nutrição no Esporte e Exercício Físico

Usando o vinho para harmonizar pratos comuns

6 pratos bem comuns que podem ser harmonizados com vinho

Especialista em harmonizações afirma que bebida pode combinar, por exemplo, com o clássico arroz, feijão e ovo e até com pão e mortadela

São Paulo – Muita gente não arrisca e acredita que um bom vinho só pode ser desfrutado na companhia de pratos sofisticados ou queijos especiais. A verdade, no entanto, é que a bebida combina sim com comidas que consumimos no dia a dia e quem afirma é o especialista em harmonização Rodrigo Bertin.

O sommelier é criador do projeto Vinho Fácil, que tem o objetivo de desmistificar a bebida e torná-la mais acessível. Para ele, independente do rótulo, apreciar um bom vinho tem mais a ver com experiência do que com sofisticação.

“Quando utilizado junto da comida, seja ela qual for, o vinho tem a capacidade de complementar o alimento, ampliando o sabor da comida e preparando as papilas gustativas para receber a próxima garfada ou mordida”, explica o especialista.

A pedido de EXAME.com, Bertin listou combinações de pratos triviais que podem ser degustados com uma taça de vinho, confira a seguir:

1 – Pastelzinho

De acordo com o sommelier, o pastelzinho pode ficar ainda melhor quando se utiliza um bom vinho, pois ele limpa a gordura da fritura de nossa boca e combina muito bem com os mais variados recheios. “Pastelzinho combina com vinho tinto e as uvas mais indicadas são Pinot Noir, Carmenère e Merlot”, afirma.

2 – Frango à passarinho

O frango à passarinho também fica mais agradável quando harmonizado com um vinho para diminuir a gordura. Neste caso, Bertin indica um vinho tinto ou branco bem jovem e frutado, de uvas Pinot Noir, Merlot ou Chardonnay.

3 – Calabresa acebolada

No caso da calabresa acebolada, o vinho tende a diminuir o gosto forte dela e limpar o paladar. Para esse tipo de prato, o especialista indica vinhos tintos de uvas mais potentes, como a Cabernet Sauvignon, Malbec ou Shiraz.

4- Pão com Mortadela

Um dos sanduíches mais clássicos do Brasil também pode ser degustado na companhia de um bom vinho. “A bebida diminui o sabor pungente da mortadela e ainda ajuda na digestão para que a gente não se lembre dela ao decorrer do dia”, afirma. O vinho tinto de médio corpo das uvas Carmenère, Malbec ou Tempranillo é o que melhor harmoniza com o lanche

5 – Macarrão com salsicha

Segundo Bertin, o molho vermelho da salsicha fica fabuloso com vinho. “Nesse caso, devemos utilizar um vinho tinto leve e bastante jovem, como os feitos com as uvas Sangiovese, Merlot ou Pinot Noir”, afirma.

6 – Arroz, feijão, e ovo frito

A combinação clássica de arroz, feijão e ovo também pode ser servida com uma taça de vinho, de acordo com o sommelier. “O melhor vinho para esse prato seria um espumante branco Brut, que seja seco”, sugere o especialista.

Fonte: EXAME.com

8 Truques para conseguir abrir potes impossíveis

Que jogue a primeira pedra quem nunca sofreu diante de um pote de azeitonas. Você pega o vidro e vai tentar abri-lo cheio de confiança, mas a tampa não cede. Na segunda tentativa, você já machuca a mão. Na terceira, você recorre ao pano de prato. Na quarta, você pede para que o pote faça o favor de abrir. Na quinta, você já está xingando até a 14ª geração das azeitonas e daí não há paciência e punho que aguente novas tentativas.

É nessa hora que você precisa colocar seus conhecimentos em prática. Então, para dar aquela força na cozinha e não ficar mais passando vontade de comer picles, palmito, molhos, geleias e outros alimentos envasados em potes, confira alguns truques que vão ajudar você a abri-los de maneira prática e sem sofrimento.

1. De ponta cabeça

Sabe aquela cena clássica em que o médico vira o bebê recém-nascido de cabeça para baixo e dá uns tapinhas para facilitar a respiração?! Pois saiba que a mesma técnica pode ser utilizada com o seu pote. Então, para abri-lo com facilidade, experimente virá-lo de ponta cabeça e, segurando a parte de vidro, bata com força com a outra mão no fundo do pote. Retorne à posição normal e verifique se a pressão causada pelo líquido foi suficiente para eliminar o vácuo e permitir a abertura da tampa.

2. Faca, colher ou espátula

Outra opção é tentar eliminar o vácuo do pote com a ajuda de uma faca de manteiga, uma colher ou uma espátula. Para isso, encaixe a ponta do talher entre o vidro e a tampa e force em toda a volta para fazer com que o ar entre no pote. Só tome cuidado para não fazer muita pressão, pois isso pode quebrar o vidro ou o instrumento que você estiver utilizando.

3. Batidas

Se você preferir, pode tentar abrir o seu pote com algumas batidas. O segredo está em acertar a beirada da tampa em uma superfície rígida em um ângulo de 45°. Você pode bater o pote contra a pia ou acertá-lo com uma colher de madeira, por exemplo. Em geral, esse truque faz com que a tampa se mova o suficiente para acabar com o vácuo sem danificá-la. No entanto, você precisa saber que, se bater com muita força, existe a possibilidade de estragar a tampa ou quebrar o pote.

4. Um pouco de calor

Mais uma alternativa é recorrer a um pouco de calor para abrir o pote. Você pode despejar um pouco de água quente sobre a tampa ou mergulhar a tampa na água por alguns instantes. Quando for tentar abrir, é importante utilizar um pano para aumentar o atrito com a tampa e também para evitar que o calor queime suas mãos. Esse truque é utilizado para fazer com que a tampa de metal ceda com o aumento da temperatura e, assim, elimine o vácuo. Você pode fazer a mesma experiência utilizando um secador de cabelo ou um isqueiro para aquecer a tampa, mas tenha cuidado ao lidar com esses objetos.

5. Panos e luvas

Um dos truques mais básicos que costuma funcionar com potes quase impossíveis de abrir é utilizar objetos para aumentar o atrito e a tração. Além do pano de prato, você pode variar o utensílio para ver o que funciona melhor com o seu pote. Experimente usar esponjas úmidas, luvas de borracha, pegadores de silicone etc. Depois de escolher seu utensílio, o segredo é girar firmemente e manter a pressão na tampa para abrir o pote com mais facilidade.

6. Furinhos

Se você não pretende reutilizar o pote e pode inutilizar a tampa, é possível abrir o vidro com furos. Com o auxílio de um prego, uma faca ou um abridor de latas, faça pequenos furos em toda a tampa para eliminar o vácuo. Não é necessário fazer muito buraquinhos e logo você perceberá que a tampa poderá ser girada sem esforço.

7. Silver tape

Sabe aquelas fitas adesivas largas e tradicionalmente prateadas que são utilizadas para fazer remendos?! Então, elas podem ser um ótimo recurso para abrir potes de vidro. Corte um pedaço de cerca de 30 centímetros e cole em volta da tampa, abaixando as sobras sobre a tampa para criar uma área de contato maior. Dobre a parte restante sobre a própria fita para reforçá-la e evitar que a cola entre em contato com a sua mão. Use esse pedaço que sobrou para dar um puxão. O contato entre a fita e a tampa deve ser suficiente para abri-la se você estiver puxando na direção correta.

8. Uma mãozinha

Por que sofrer quando você tem alguém por perto para ajudar?! Então, em vez de parecer um estranho que fura tampas e fica batendo em potes, peça uma mãozinha para quem estiver por perto. Você pode recorrer ao bom e velho método de forçar a tampa com confiança ou dividir com seu companheiro de cozinha um dos truques que você acabou de aprender com esse artigo. Lembre-se de que sempre é possível usar aquela desculpa de que “eu fiz a maior parte da força, você só terminou de abrir” e ficar com o mérito da façanha. Só não se esqueça de oferecer algumas azeitonas como forma de agradecimento.

Fonte: Mega Curioso

Lasanha Italianíssima

Ingredientes:

3 tiras finas de bacon magro
5 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
1 cebola picada
300 g de carne magra moída
sal e orégano
1 maço pequeno de cheiro verde picado
10 azeitonas pretas picadas
8 tomates maduros, sem peles e sementes, bem picados
300 g de mussarela em fatias finas
1 xícara de chá de creme de leite espesso
1 xícara de chá de queijo parmesão ralado
500 g de massa para lasanha pré-cozida

Preparo:

1. Pique o bacon em pedacinhos e leve-o ao fogo baixo em frigideira funda, deixando alguns minutos para derreter a gordura.

Junte 2 colheres de azeite, doure ligeiramente o alho e refogue a cebola. Aumente a chama, coloque a carne e frite-a, mexendo sempre até que esteja cozida. Tempere com sal e orégano. Retire do fogo, junte o cheiro verde, as azeitonas e reserve.

2. Em uma tigela grande coloque os tomates picados, tempere-os com sal e regue-os com o restante do azeite. Reserve.

Montagem:

1.Espalhe uma camada fina de tomates no fundo de um pirex ou assadeira e coloque sobre eles as lâminas de lasanha.

2.Espalhe mais um pouco de tomate e sobre eles uma porção de carne moída.

3.Cubra com mais uma lâmina de massa, espalhe as fatias de mussarela cobertas com creme de leite.

4.Repita as camadas até a última que deve ser de mussarela e creme de leite.

5.Polvilhe com queijo ralado e leve ao forno (1800 C) por cerca e 40 min.

6.Cubra o pirex ou assadeira com uma folha de papel alumínio durante os primeiros 25 min.

7.Retire o papel no final do cozimento, para dourar a lasanha.

8.Deixe por 5 min. no forno desligado e sirva a seguir.